Publicado por: HENRIQUE | Julho 4, 2008

REAÇÃO EM CADEIA!

Tenente diz que só queria assustar jovens da Providência

O tenente do Exército Vinicius Ghidetti de Moraes Andrade reafirmou hoje, ao ser interrogado pelo juiz Marcelo Granado, da 7.ª Vara Criminal Federal, que sua intenção ao levar os três jovens do Morro da Providência para o Morro da Mineira era de apenas dar-lhes “um susto”. Segundo ele, não estava previsto entregar Wellington Gonzaga da Costa Ferreira, de 19 anos, David Wilson Florenço da Silva, de 24, e Marcos Paulo Rodrigues Campos, de 17, para os traficantes.

 

“Houve um encontro fortuito, tanto que ficamos assustados. Por isto, o sargento Maia foi até eles para explicar que não era nenhuma operação. E que só queríamos dar um susto nos três, que tinham nos desacatado”. Ghidetti disse que os traficantes então sugeriram que lhes fossem entregue os rapazes, o que acabou acontecendo.

 

O tenente foi muito questionado pelo juiz Granado sobre sua falta de coerência, já que, primeiro, tentou dizer que não pretendia desobedecer ordens do superior, o capitão Laerte Ferrari Alves. “Fui formado na academia e aprendi que se deve obedecer ordens dos superiores. Eu queria dar um susto”. O juiz quis saber se foi na academia que ele aprendeu a dar “sustos” nas vítimas. E ele não teve explicações.

 

Granado pediu a Ghidetti que fizesse um relato de sua vida. O tenente não conseguiu segurar o choro ao lembrar que casou-se há seis meses e teve um filho há dois. Mas em momento algum mostrou arrependimento. Apenas insistiu que não imaginava o fim que os jovens acabaram tendo. E foi cobrado novamente pelo juiz, já vez que havia confessado que, por medo, não circula fardado pela cidade.

fala sério… sargento, capitão e tenente tanta patente e nenhum entendimento profissional nem sensibilidade com o  ser humano. as ordens que vem de cima, são tão infundadas quanto os resultados de seu cumprimento. é realmente uma reação em cadeia; um sistema de segurança falho, gerando consequências, cada vez mais graves, para a população que está em baixo. mas isso é Brasil! país onde o efeito cascata se torna cada vez inconsequente. arrasando o povo, que por sua vez recebe todas as consequências dos atos impensados e insanos, daqueles que,  lá de cima dizem governar o país.  QUE PAÍS É ESTE???

MIS. HENRIQUE SANTO


Respostas

  1. É impressionante a valoração e exacerbação pela mídia e políticos oportunistas pela recente morte dos três jovens por traficantes lá no RJ, só porque passaram pelas mãos de militares do Exército. Num estado anárquico e sem autoridade, onde morrer é banal. É lógico que essa reação irascível contra o Exército é fruto do revanchismo político-ideológico das viúvas do comunismo, permanentemente instigado contra os militares em geral, principalmente nesse governo petista lotado de ex-guerrilheiros, ex-terroristas e ex-seqüestradores assassinos, que alimentam o eterno ódio da sociedade contra os militares.
    Está claro, quem matou os jovens não foi ninguém do Exército, foram outros jovens e adolescentes bandidos, outras sementinhas do mal, sempre protegidas pelo ECA, e todos ainda soltos lá na Mineira rindo do Exército e do País, estimulados pela falta de autoridade reinante e certeza da impunidade que grassa neste País, repleto de exemplos de desautoridades corruptas, ladras, ex-guerrilheiras e ex-terroristas.
    O Tenente foi acusado, mas também têm que ir para o banco dos réus, como foram os nazistas pós II Guerra, todos os covardes co-autores do crime: Lula, Jobim, Crivella e o Comandante do exército , todos claramente responsáveis pela ordem dada ao Tenente de subir o morro infestado de bandidos e traficantes, numa óbvia guerra civil carioca e nacional. Em um ambiente de guerra e de confrontos o resultado é sempre igual:mortes de soldados e civis idiotas por culpa dos políticos.

  2. DEUSES ou MITOS
    O físico CARL SEGAN disse; “ …se por DEUS se quer dizer o conjunto de leis físicas que regem o Universo, então é claro que DEUS existe. Porém, é um DEUS emocionalmente insatisfatório… porque não faz muito sentido rezar para a lei da gravidade…”

    A palavra DEUS tem outros equivalentes em outras línguas neolatinas como o espanhol DIOS e o francês DIEU, todas remontam do latim DEUS, que derivou do antigo vocábulo DEIWOS, de origem indo-européia que significa: resplandecente, luminoso, que servia para designar de modo geral os astros celestes – estrelas, planetas, satélites, galáxias, etc.
    Além das divindades dos antepassados os primitivos indo-europeus veneravam deuses cósmicos que denominavam de DYAUS-PITAR, em sânscrito – Deus do Céu, mais tarde correspondente ao grego ZEUS-PATER e ao DIES PITER ou JÚPITER dos romanos, esposo da MÃE-TERRA, que seria o Deus Supremo criador da chuva e da fertilidade e pai de outros deuses e dos homens.
    Com o passar dos tempos, para os povos do ocidente, a palavra DEUS tornou-se um símbolo para um ser supremo, infinito, perfeito, criador do universo, a causa primária e o fim de todas as coisas, o princípio supremo da ordem e das leis que regem o mundo e existência do homem.
    No oriente, na atual Índia, uma raça mesclada, na base pela raça melanésia, negra e a branca dos primitivos indo-europeus – os árias, que invadiram o norte da Índia aproximadamente em 5000 aC, surgiu uma das mais brilhantes e fascinantes civilizações na Terra, a civilização Hindu. Nesse povo surgiu o HINDUÍSMO, uma das mais antigas religiões da humanidade, por volta do ano 2000 aC, quando um complexo de crenças e práticas religiosas foi consolidado nos VEDAS, a literatura sagrada dos Hindus. Neste período adoração era centrada nas forças da natureza. Atualmente é a terceira maior religião do mundo em número de fiéis, com cerca de 900 milhões de seguidores no planeta.
    Apesar de a teologia hinduísta parecer, em um primeiro momento, politeísta pela adoração de várias entidades sagradas, sua concepção é monoteísta. Porque para os hinduístas Deus é tudo, tudo é Deus. Para eles existe um único Deus, que se manifesta sob diversas formas e nomes deste mesmo Deus.
    A filosofia hindu é tolerante com todas as formas de religiões, reconhecendo que todas expressam e conduzem à mesma VERDADE, por mais contraditórias que sejam.
    Os hindus pouco se importam com os antagonismos e ausência de lógica em sua filosofia esotérica, porque sua atenção não está focada para a forma de pensar, e sim, para sua maneira de viver, já que acreditam na reencarnação.
    PRINCÍPIO TRINITÁRIO
    Para esse povo o Deus BRAHMAN é o supremo princípio do Universo, de cuja essência tudo emana e para o qual tudo retorna, a divindade, a alma ou substância universal, é o verbo criador de todas as coisas.
    “Aquele que cria sem cessar os mundos é tríplice, é BRAHMAN – o Pai, é MAIA – a Mãe, é VISHNU – o Filho; ou seja, a Essência, Substância e Vida. Cada um encerra em si só os dois restantes e todos os três são um inefável.” Texto das Upanixadas Brãmane
    O mundo conhecido, este universo visível, é obra de BRAHMAN, o verbo criador, que se manifesta nesta dimensão de três formas: BRAHMA – o espírito, o primeiro Deus Vivo criado, que corresponde ao mundo divino; VISHNU – a alma, que corresponde ao mundo humano; e SHIVA – o corpo material, que corresponde ao mundo natural.
    Nesta doutrina encontram-se as duas trindades, a de DEUS e do UNIVERSO, que contém os princípios e os dogmas da teodicéia hindu.
    Por isso, é dever de justiça reconhecer que este princípio trinitário também adotado pelo cristianismo, esta idéia-mãe da trindade é originária da antiga índia, a trindade divina que os primordiais templos, que todas as religiões e muitos sábios iniciados sempre cultuaram.
    Da mesma maneira que o ternário divino – Pai, Filho e Espírito Santo se concentra na unidade do Deus cristão, assim o ternário humano se concentra na consciência do eu e da vontade, que funde todas as faculdades do CORPO/matéria, da ALMA/substância cósmica e do ESPÍRITO/intelecto em sua unidade viva.
    Porém, para os hindus, o homem só consegue realizar a sua unidade de uma forma relativa, pois que sua vontade, agindo sobre seu ser, não pode acionar simultaneamente o instinto/corpo carnal, a alma/corpo sutil e o espírito/intelecto.
    Em decorrência deste imperativo, na teologia hindu o Universo e o próprio DEUS só se revelam ao homem de modo parcial e sucessivo, refletidos por esses três elementos formadores de sua trindade, e assim, visto através do instinto carnal e dos sentidos: DEUS É MÚLTIPLO E INFINITO, como suas manifestações naturais, daí o surgimento do politeísmo.
    Visto através da alma/corpo sutil: DEUS É DÚPLICE, apenas carne e espírito, daí o dualismo do zoroatrismo persa, dos maniqueus e outras religiões.
    Visto através do espírito/intelecto: DEUS É TRÍPLICE, ou seja, essência, substância e vida, em todas as manifestações do universo, daí os cultos trinitários da Índia( Brahma, Vishnu e Shiva) e a trindade do cristianismo( Pai, Filho e Espírito Santo).
    Visto pela vontade, que resume o todo, DEUS É ÚNICO e assim, chega-se ao monoteísmo hermético de Moisés em todo seu rigor.
    O homem primitivo paleolítico, guiado pelos sentidos e instintos, foi o primeiro a criar deuses e deusas em profusão, na tentativa de explicar as forças, os mistérios da natureza e sua própria existência.
    Junto às primitivas organizações sociais em todos os cantos do planeta, cada povo criava e acreditava num Deus diferente para cada religião instituída no meio tribal, por isso, hoje em dia fica muito difícil saber qual das religiões está com a verdade e qual é o Deus verdadeiro.
    Se um religioso grego acreditava em ZEUS;os romanos em JÚPITER e os nórdicos em ODIN, e hoje, os cristãos acreditam num Deus pessoal e trinitário JAVEH e em seu filho Jesus– na trindade Pai, Filho e Espírito Santo; um islãmico crê num Deus ALAH e em seu filho MAomé; e um hinduísta acredita em Deus BRAHMA e em seus filho Krishna, também um Deus trinitário, porém, impessoal, que é tudo, só existe Deus. Então, emerge as questões: qual desses religiosos está com a verdade, e qual o Deus verdadeiro?

  3. Meu Deus único e verdadeiro é Azura Mazda e meu profeta é Zoroastro. Morte aos cães infiéis.


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